Teria a Motorola, uma empresa à beira do ostracismo, fôlego para competir com a iPad?
20 dezembro 2010
29 novembro 2010
Morre Leslie Nielsen
O mundo hoje ficou mais triste. Morreu o ator Leslie Nielsen, aos 84 anos. Ele estava internado em um hospital em Ft. Lauderdale, Florida, para tratamento de uma pneumonia severa.
O ator era o rei das comédias satíricas e protagonizou a antológica série Corra Que A Polícia Vem Aí (Naked Gun).
O ator era o rei das comédias satíricas e protagonizou a antológica série Corra Que A Polícia Vem Aí (Naked Gun).
24 novembro 2010
Site converte arquivos cdr
Precisei nesta semana fazer um layout para um cliente e eis que me deparo com o arquivo de sua logomarca no morfético formato cdr. Para quem não sabe, cdr é o formato dos arquivos do programa, muito popular entre as massas mas terrivelmente odiado por pessoas de bom senso, conhecido como Corel Draw. Pra piorar sou usuário Mac, cuja plataforma foi abandonada pela empresa na versão 11 do tal programete, fazendo do formato algo completamente alienígena em meu computador. Pense bem, um programa de design que não roda em Mac, a plataforma preferida de designers, ilustradores, videomakers, músicos e publicitários. Nota-se daí qual o público-alvo da Corel.
Sem sucesso em abrir o arquivo, nem na versão 11 do Corel e muito menos no Adobe Illustrator (a Adobe simplesmente não leva o formato a sério o suficiente para ser suportado por seus softwares), tentei encontrar algum conversor na web, sem sucesso satisfatório.
Deparei então com um site que dizia converter arquivos cdr para outros formatos, inclusive para versões mais antigas de cdr. Muito fácil, fiz o upload, escolhi o formato ai (Adobe Illustrator), inseri meu e-mail e, em alguns minutos, chegou o link do arquivo para download.
Juro que só acreditei quando abri o arquivo e vi com meus olhos. Estava perfeito, inclusive com um efeito de Drop Shadow que veio do Corel para o Illustrator perfeitamente.
Para quem quiser, aí está o endereço:
http://www.filespazz.com/
Sem sucesso em abrir o arquivo, nem na versão 11 do Corel e muito menos no Adobe Illustrator (a Adobe simplesmente não leva o formato a sério o suficiente para ser suportado por seus softwares), tentei encontrar algum conversor na web, sem sucesso satisfatório.
Deparei então com um site que dizia converter arquivos cdr para outros formatos, inclusive para versões mais antigas de cdr. Muito fácil, fiz o upload, escolhi o formato ai (Adobe Illustrator), inseri meu e-mail e, em alguns minutos, chegou o link do arquivo para download.
Juro que só acreditei quando abri o arquivo e vi com meus olhos. Estava perfeito, inclusive com um efeito de Drop Shadow que veio do Corel para o Illustrator perfeitamente.
Para quem quiser, aí está o endereço:
http://www.filespazz.com/
23 novembro 2010
Séries que acompanho atualmente
Dexter
Dexter é um especialista forense em sangue que trabalha para a Homicídios de Miami. Seria a descrição de mais um dos inúmeros seriados policiais da atualidade a não ser por um detalhe: Dexter é também um serial killer. Entretanto, instruído pelo seu padastro, que era um policial, segue um "código" onde mata somente outros assassinos com o uso de seus conhecimentos forenses para nunca deixar pistas e ser capturado.
Gosto muito desta série, uma das melhores da atualidade, saíndo do lugar-comum das séries investigativas. Depois de uma season finale impactante da 4ª temporada, busca agora um novo fôlego para continuar agradando os fãs.
Fringe
Olívia é uma agente federal que trabalha para a divisão Fringe, investigando casos onde o "padrão" esteja envolvido, ou seja, casos inacreditáveis relacionados à uma tecnologia altamente avançada denominada de "ciência de borda" (fringe science, no original). Juntam-se a ela o excêntrico cientista Walter e seu filho Peter, que estão envolvidos em uma guerra entre duas realidades alternativas.
A semelhança com Arquivo X não é mera coincidência, buscando ser um substituto para os órfão da antiga série. Apesar de possuir um embasamento mais científico, não possui o mesmo charme de Arquivo X e, mesmo tendo bons momentos, a série sofre pare manter sua audiência.
V - Visitors
Remake da série oitentista homônima onde alienígenas reptilianos disfarçados visitam a Terra como amigos, mas que na verdade escondem suas verdadeiras intenções sob uma falsa aparência humana. Os poucos humanos que conhecem a verdade se unem a um grupo de alienígenas rebeldes que pretendem frustrar os planos da líder alienígena Ana.
A primeira temporada foi surpreendentemente boa, mantendo total fidelidade à anterior que acompanhei de olhos vidrados na TV quando criança, mas com, obviamente, um clima mais moderno e efeitos mais bem trabalhados. A série promete muito ainda.
Smallville
A série que prometia contar a história do superboy Clark Kent antes de se tornar o herói que conhecemos já deu voltas e mais voltas e não saiu do lugar. Esta 10ª temporada foi anunciada como a última onde finalmente, acreditem se quiser, veremos o primeiro voo do herói.
Voltei a assistir a esta série há pouco tempo, mais pela curiosidade pelas constantes aparições de personagens do universo DC do que pelo personagem principal propriamente dito e acabei ficando curioso pelo final que será apresentado.
The Mentalist
De origem circense, Patrick Jane é um prodígio da mente humana que auxilia a polícia a desvendar crimes deduzindo comportamentos e através de jogos psicológicos, fazendo com que os suspeitos se confrontem e acabem se entregando.
Assisto a série há pouco tempo. Assisti alguns episódios e acabei gostando bastande do personagem central e suas tramas psicológicas, tornando mais inteligente o que seria mais uma série policial investigativa.
Two And A Half Man
Após se separar de sua mulher e ser chutado pra fora de casa, Alan busca abrigo na casa de seu irmão mais velho Charlie, um compositor de jingles mulherengo, alcoólatra e boa vida, na companhia de seu filho adolescente Jake.
Atualmente é única série cômica que assisto e é muito engraçada. Todos os personagens possuem personalidades bastante distintas gerando atritos familiares e gags hilárias. É também a única que assisto pela TV aberta, sendo assim, não acompanho a temporada atual, como nas demais.
The Walking Dead
Baseada nos quadrinhos de Robert Kirkman, a série conta a história do subdelegado Rick que, após levar um tiro em uma ação policial, acorda em um mundo infestado por zumbis e precisa liderar um grupo de sobreviventes em busca de um lugar seguro para viver.
A série estreiou há algumas semanas com grande sucesso e promete muito, já garantindo um segunda temporada com 13 episódio. A primeira temporada, porém, terá apenas 6 episódios.
09 novembro 2010
06 novembro 2010
Os mortos andam mais vivos do que nunca!
Estreiou no último fim de semana com grande sucesso nos Estados Unidos a série The Walking Dead, baseada nos quadrinhos de Robert Kirkman.
Assista ao trailer da série
O apocalipse zumbi reflete os maiores temores da alma humana. Sua concepção vem desde o texto bíblico, mas foi no final dos anos 60 que ganhou sua versão mais moderna, nas mãos do mestre George A. Romero.
No filme A Noite dos Mortos Vivos, Romero criou o subgênero de horror, aproveitando a temática para criticar a sociedade moderna baseada no capitalismo e no consumismo. O que são zumbis senão uma analogia à nossa atual sociedade completamente alheia ao pensamento crítico? Em sua sequência, O Despertar dos Mortos, os humanos se refugiam em um shopping, nada mais do que o maior ícone do capitalismo, o templo do consumo. Já no terceiro, O Dia dos Mortos, cientistas estudam uma maneira de controlá-los. Talvez a maior diferença entre os zumbis e nossa atual sociedade seja que os primeiros não possam ser controlados.
O que torna este gênero tão interessante não são os mortos que andam provocando sustos, mas sim os sobreviventes e seus atritos pessoais, suas atitudes egocêntricas e disputas de poder e influência. A situação, muito distante da zona de conforto, faz emergir o pior e o melhor de cada um, revelando heróis e vilões que em uma situação normal seriam bons vizinhos ou amigos. O horror não está apenas nos mortos propriamente ditos, mas na situação como um todo.
O gênero voltou com tudo na última década e, longe da moda dos vampiros que de monstros tornaram-se galãs adolescentes, foram atualizados para parecerem mais aterrorizantes e selvagens, ganhando mais agressividade e agilidade. No filme Extermínio, de Danny Boyle, os zumbis estão vivos, porém portadores de uma espécie de vírus da raiva, transformando os infectados em carnívoros extremamente fortes, ágeis e agressivos. Na refilmagem do clássico de George Romero, A Madrugada dos Mortos, dirigida por Zack Snyder, os zumbis mantém a aparência desmorta clássica mas, assim como em Extermínio, ganham mais agressividade e agilidade, o que os tornam mais perigosos. O gênero também ganhou uma genial comédia nas mãos de Edgar Wright e Simon Pegg - Shaun Of The Dead - que ganhou no Brasil o triste título de Todo Mundo Quase Morto, na tentativa óbvia de abocanhar o público de filmes sátira como Todo Mundo Em Pânico.
Até mesmo o mestre George A. Romero aproveitou a onda, chegando a lançar mais três filmes, uma sequência natural de seus primeiros e mais dois derivados, iniciando uma nova sequência. Estes filmes, porém, ficaram muito longe dos originais que continham um conteúdo mais profundo.
E eis que os mortos vivos chegam ao topo da popularidade ganhando uma série na TV que já estreiou como um fenômeno de audiência. The Walking Dead mantém toda a cartilha criada por Romero, desde os zumbis lentos e débeis com a aparência cadavérica clássica até às relações e conflitos humanos que são o verdadeiro recheio deste gênero que está mais atual como nunca.
05 novembro 2010
17 outubro 2010
Forma e Conteúdo
Hollywood passa ultimamente por uma irritante onda de remakes. Inúmeros filmes, principalmente dos anos 80, vem sendo dispensavelmente refilmados. É uma moda que já remonta alguns anos mas que parece ganhar força cada vez mais.
Filmes de terror como Horror em Amityville, Massacre da Serra Elétrica, Sexta-Feira 13, A Casa de Cera, A Hora do Pesadelo, Madrugada dos Mortos, O Lobisomem, entre outros, são os preferidos dos estúdios, talvez pelo hiato criativo pelo qual passam as últimas produções, que parecem mais focadas no gore escatológico do que no suspense e dramas psicológicos, para não falar dos roteiros. Outras produções como O Planeta do Macacos, A Fantástica Fábrica de Chocolates, Fúria de Titãs e Karatê Kid também ganharam uma repaginada para a nova geração. E já estão sendo produzidas as novas versões de A Hora do Espanto e Hellraiser, para desespero dos fãs das obras originais.
Parece que Hollywood tem essa necessidade de "atualizar" determinados filmes por parecerem datados esteticamente, principalmente no que se diz respeito aos efeitos especiais. Tem-se o errôneo conceito de que o CGI é uma tecnologia impecável e todos os antigos efeitos de maquiagem e stop motion necessitem ser refeitos. George Lucas que o diga. Seus últimos filmes, infinitamente mais bem construídos em termos de efeitos especiais e direção de arte são, ao mesmo tempo, infinitamente inferiores no que se diz respeito à história e qualidade geral das obras.
E eis que surge agora o cinema 3D trazendo lucro aos estúdios, e tudo parece necessitar ser feito ou convertido para esta nova tecnologia. Avatar, de James Cameron, filme que apontou e atirou para esta nova tendência, transformou-se rapidamente, através do marketing é claro, no filme de maior bilheteria de todos os tempos. O filme ultrapassou até mesmo Titanic que, não por coincidência, pertence ao mesmo diretor. E o que é Avatar senão uma colcha de retalhos de muitas outras histórias recheada de clichês, já filmadas e refilmadas inúmeras vezes? Avatar é o filme onde a forma se sobressai ao conteúdo de maneira escancarada.
Sejam através de refilmagens ou idéias pouco originais, o que se vê atualmente na indústria cinematográfica americana é a supervalorização da forma em detrimento do conteúdo como o principal motivador das atuais produções. Não importa mais a história e tampouco o roteiro, desde que a nova geração possa se entreter com os efeitos mirabolantes construídos em CGI e filmados para a nova tecnologia 3D. Um adeus à imaginação e à criatividade.
Filmes de terror como Horror em Amityville, Massacre da Serra Elétrica, Sexta-Feira 13, A Casa de Cera, A Hora do Pesadelo, Madrugada dos Mortos, O Lobisomem, entre outros, são os preferidos dos estúdios, talvez pelo hiato criativo pelo qual passam as últimas produções, que parecem mais focadas no gore escatológico do que no suspense e dramas psicológicos, para não falar dos roteiros. Outras produções como O Planeta do Macacos, A Fantástica Fábrica de Chocolates, Fúria de Titãs e Karatê Kid também ganharam uma repaginada para a nova geração. E já estão sendo produzidas as novas versões de A Hora do Espanto e Hellraiser, para desespero dos fãs das obras originais.
Parece que Hollywood tem essa necessidade de "atualizar" determinados filmes por parecerem datados esteticamente, principalmente no que se diz respeito aos efeitos especiais. Tem-se o errôneo conceito de que o CGI é uma tecnologia impecável e todos os antigos efeitos de maquiagem e stop motion necessitem ser refeitos. George Lucas que o diga. Seus últimos filmes, infinitamente mais bem construídos em termos de efeitos especiais e direção de arte são, ao mesmo tempo, infinitamente inferiores no que se diz respeito à história e qualidade geral das obras.
E eis que surge agora o cinema 3D trazendo lucro aos estúdios, e tudo parece necessitar ser feito ou convertido para esta nova tecnologia. Avatar, de James Cameron, filme que apontou e atirou para esta nova tendência, transformou-se rapidamente, através do marketing é claro, no filme de maior bilheteria de todos os tempos. O filme ultrapassou até mesmo Titanic que, não por coincidência, pertence ao mesmo diretor. E o que é Avatar senão uma colcha de retalhos de muitas outras histórias recheada de clichês, já filmadas e refilmadas inúmeras vezes? Avatar é o filme onde a forma se sobressai ao conteúdo de maneira escancarada.
Sejam através de refilmagens ou idéias pouco originais, o que se vê atualmente na indústria cinematográfica americana é a supervalorização da forma em detrimento do conteúdo como o principal motivador das atuais produções. Não importa mais a história e tampouco o roteiro, desde que a nova geração possa se entreter com os efeitos mirabolantes construídos em CGI e filmados para a nova tecnologia 3D. Um adeus à imaginação e à criatividade.
12 outubro 2010
A polêmica abertura dos Simpsons
Veja a polêmica introdução dos Simpsons criada pelo artista de rua britânico Banksy, que mostra a exploração da mão-de-obra barata da Coréia do Sul utilizada pela própria produção do programa. Como a conservadora 20th Century Fox aprovou é um mistério.
Um brinde ao sucesso do SWU
Venhamos e convenhamos, o rock nacional morreu. Não há mais bandas de qualidade surgindo no mainstream e são muito poucas as que sobraram de outros tempos, ao contrário do que acontece no exterior. Mas para quem acreditava que o público do rock de nosso amado país também havia morrido (ou ficado velho demais) o SWU foi um tapa na cara. Apesar de não ter ido no festival por problemas particulares, fiquei muito feliz pelo nível e escolha das bandas.
A organização apostou alto e sequer incluiu, nem mesmo na noite mais pop, uma Ivete Sangalo da vida ou mesmo as bandinhas coloridas da atualidade, fato que, indubitavelmente, ocorrerá no próximo Rock In Rio, a exemplo do último realizado. Tem-se essa idéia em nosso país que pra fazer sucesso é preciso tocar axé, sertanejo ou pagode. Não vimos também nenhuma atração pop internacional como Lady Gaga ou Beonce. Prova de amadurecimento de organizadores deste tipo de festival.
O papo de sustentabilidade, que prezo muito por sinal, em um evento deste tipo me deu a impressão de conversa pra boi dormir. Puro Greenwashing. O público não estava nem aí pra isso e o lixo deixado após os shows são o melhor exemplo. Embora importante nos dias de hoje, não vejo sentido nem ações concretas acerca disso por parte da organização. Só marketing mesmo e jogue a primeira garrafa pet quem disser que estou errado.
O sucesso do festival nos dá a esperança de sua continuidade, tão carente que ficamos após os falecidos Free Jazz Festival, Hollywood Rock, Close Up Planet e Monsters Of Rock. E que venha o próximo SWU!
29 setembro 2010
Nação Zumbi
Achava que era só uma impressão minha mas um comentário aqui outro ali me fez perceber que a coisa tá ficando séria. O brasileiro está cada vez mais alienado. É um fato! Passamos por uma situaçao da qual nunca imaginei que pudesse existir num mundo onde o que manda é a informação.
É uma triste realidade, mas o brasileiro se transformou em um povo conformista. Das antigas lutas por direitos só sobraram as caras pintadas, de palhaço é claro. O pouco do poder de consumo conquistado pelas classes mais baixas é o suficiente para a vista grossa que a nação faz com relação aos problemas sociais – Tenho meu bolsa família, então o resto não importa! Reforma política e tributária pra quê? Corrupção? Deixa eles, contanto que não aumente a prestação da minha geladeira.
Outro dia vi uma pesquisa onde o brasileiro relacionava os maiores problemas do país e a educação passava longe. É claro, seria um paradoxo, se o povo dissesse que a educação é um dos maiores problemas sociais, então obviamente ela não seria um problema. Temos um dos piores sistemas de ensino do mundo e, consequentemente, um nível baixíssimo de instrução. Sobram vagas de emprego por falta de capacitação ao mesmo tempo em que o Sebrae não consegue completar turmas de seus cursos. Seria irônico se não fosse trágico. Só se fala na violência e nas drogas, como se a (falta de) educação não tivesse qualquer relação. E digo o mesmo de outro sério problema que é a saúde.
Estamos próximos de uma eleição onde a população parece agir anestesiada. Seguem a recomendação de voto de um governo com um índice absurdo de aprovação, sem qualquer questionamento. Os inúmeros escândalos de corrupção já viraram parte da peça e nem indignação existe mais. Voltamos ao populismo num preocupante retrocesso político que não se iguala nem mesmo à Era Vargas, que pelo menos dividia o país. E a oposição colabora com a falta de alternativas e planos de goveno. Intelectuais e formadores de opinião já discutem o futuro dos partidos opositores após as eleições.
A falta de questionamento fica também muito evidente na música. Tudo o que vemos é a reciclagem de velhos ritimos populares sob novos rótulos onde nem o rock e a MPB, antigos redutos de mentes criativas, escapam. Na cultura de massa assistimos há mais de três décadas uma ciranda de vai e vém dos mesmos estilos, tudo reciclado como se fosse moderninho, conforme manda a moda do momento. Forró, pagode, sertanejo combinados as novos sobrenomes: romântico, universitário, de raiz, e por aí vai. A nova MPB só sabe regravar e se reciclar, sem qualquer inovação. O rock foi mastigado e cuspido sob formas coloridas e infantilizadas e a cena underground não consegue mostrar nada mais empolgante que possa crescer em forma de um movimento.
Vivemos um preocupante hiato cultural. Não há movimentos, questionamentos, protestos, nada que molde a arte de forma criativa e inovadora. O culto às celebridades é preocupante. No Brasil a mídia transforma em celebridade até uma moça que foi à faculdade usando um vestido curto. Os meios só giram ao redor dos péssimos produtos que ela mesma produz, que por sua vez são consumidos cegamente por uma população zumbi.
Este é o Brasil em que vivemos, claramente influenciado por um efeito global, uma onda ecoada principalmente pelos países ocidentais economicamente desenvolvidos. Tribos, estilos musicais e, se é que assim podemos chamar, movimentos completamente destituídos de qualquer conteúdo. A cultura massificada sempre existiu, é claro, porém, sempre acompanhada de um contraponto onde novas idéias eram discutidas e apresentadas, o que sinceramente não vejo nos dias atuais. Hoje, ela caminha solitária, envolvente e avassaladora, arrebatando corações e mentes entorpecidas.
Assim o país avança, preocupado com a conquista do hexa e com quem continua na casa do próximo reality show. Estamos à beira do precipício. Pra frente Brasil!
24 setembro 2010
Tornado-se fã de uma marca - Parte 3
Falei de minhas experiências com computadores e bancos e, longe de querer defender tais marcas com unhas e dentes, só pretendo demonstrar aqui, com esta série de textos, minha satisfação com relação a alguns produtos ou serviços de determinadas marcas.
Já ouvi muita gente dizer que o que não se importa com a marca, e sim a qualidade. Ora, mas o que é a marca senão um atestado de qualidade? É, lógico, mais do que isto. A marca representa uma identidade, possui uma imagem e valores que são construídos com o decorrer do tempo a altos custos e estratégias de marketing.
Uma marca que sempre admirei foi a Timberland. Seu posicionamento de mercado e sua imagem são verdadeiros espelhos de meu estilo de vida. Mas só isto não basta, é preciso que seus produtos sejam bons.
Só me tornei realmente fã depois que comprei meu primeiro modelo da marca. Era um cano baixo que de longe foi o mais confortável que já tive em toda minha vida. Seu conforto me lembrava os antigos Kichutes (devo ter tido uns trinta dele na infância). Usava pra tudo, no dia-a-dia, para caminhar, correr e, claro, andar em trilhas.
Mas antes que alguém me acuse de já ter uma predisposição em gostar de seus produtos, influenciado pela minha identificação com a imagem da marca, conto que um pouco antes deste, tive um da Adidas (outra marca que também admiro bastante). Era um modelo cano alto, muito bonito, mas terrivelmente anti-funcional. Além das bolhas que provocavam em meu calcanhar, era um sabão em pisos molhados. Imagine uma bota outdoor, com solado cheio de travas, que escorrega!
Depois que este Timberland ficou velho, comprei um outro modelo, agora de cano alto, que continua até hoje trazendo consigo as mesmas qualidades do anterior. Mas precisava de um novo cano baixo e acabei escolhendo um da Bull Terrier, simplesmente porque o único modelo da Timberland que encontrei na loja era o mesmo que eu já tive. Apesar de ter adorado o ténis, não estava muito afim de repetir. Saí da loja com o Bull Terrier e uma pulga atrás da orelha.
Logo nos primeiros dias uma coisa começou a me incomodar terrivelmente: a palmilha escorregava sob meus pés! Ficou tão insuportável a situação que tive de colá-la. Notei também que começou a rasgar o tecido em alguns pontos. Ele é até razoavelmente confortável (depois de ter colado a palmilha), mas encontra-se a anos-luz da satisfação que tenho como os produtos da Timberland.
Descobri recentemente no livro Marketing 3.0, de Phillipe Koetler, que a Timberland possui valores muito fortes que não só fazem parte de sua estratégia de marketing como também estão intimamente ligados ao espírito da marca. Mesmo numa época turbulenta, não abandonaram seus valores e seu comprometimento social, dando continuidade em suas ações. Isso realmente foi a cereja do bolo e já me preparo para escolher o próximo modelo.
Já ouvi muita gente dizer que o que não se importa com a marca, e sim a qualidade. Ora, mas o que é a marca senão um atestado de qualidade? É, lógico, mais do que isto. A marca representa uma identidade, possui uma imagem e valores que são construídos com o decorrer do tempo a altos custos e estratégias de marketing.
Uma marca que sempre admirei foi a Timberland. Seu posicionamento de mercado e sua imagem são verdadeiros espelhos de meu estilo de vida. Mas só isto não basta, é preciso que seus produtos sejam bons.
Só me tornei realmente fã depois que comprei meu primeiro modelo da marca. Era um cano baixo que de longe foi o mais confortável que já tive em toda minha vida. Seu conforto me lembrava os antigos Kichutes (devo ter tido uns trinta dele na infância). Usava pra tudo, no dia-a-dia, para caminhar, correr e, claro, andar em trilhas.
Mas antes que alguém me acuse de já ter uma predisposição em gostar de seus produtos, influenciado pela minha identificação com a imagem da marca, conto que um pouco antes deste, tive um da Adidas (outra marca que também admiro bastante). Era um modelo cano alto, muito bonito, mas terrivelmente anti-funcional. Além das bolhas que provocavam em meu calcanhar, era um sabão em pisos molhados. Imagine uma bota outdoor, com solado cheio de travas, que escorrega!
Depois que este Timberland ficou velho, comprei um outro modelo, agora de cano alto, que continua até hoje trazendo consigo as mesmas qualidades do anterior. Mas precisava de um novo cano baixo e acabei escolhendo um da Bull Terrier, simplesmente porque o único modelo da Timberland que encontrei na loja era o mesmo que eu já tive. Apesar de ter adorado o ténis, não estava muito afim de repetir. Saí da loja com o Bull Terrier e uma pulga atrás da orelha.
Logo nos primeiros dias uma coisa começou a me incomodar terrivelmente: a palmilha escorregava sob meus pés! Ficou tão insuportável a situação que tive de colá-la. Notei também que começou a rasgar o tecido em alguns pontos. Ele é até razoavelmente confortável (depois de ter colado a palmilha), mas encontra-se a anos-luz da satisfação que tenho como os produtos da Timberland.
Descobri recentemente no livro Marketing 3.0, de Phillipe Koetler, que a Timberland possui valores muito fortes que não só fazem parte de sua estratégia de marketing como também estão intimamente ligados ao espírito da marca. Mesmo numa época turbulenta, não abandonaram seus valores e seu comprometimento social, dando continuidade em suas ações. Isso realmente foi a cereja do bolo e já me preparo para escolher o próximo modelo.
20 setembro 2010
Campanha da Ikea apoiada em Facebook ganha Cannes
Muito se fala em redes sociais mas pouco são as ações que realmente exploram suas possibilidades.
A Ikea, grande rede sueca de artigos para casa, fez uma ação para divulgar uma nova franquia na cidade de Malmo (Suécia) que foi um grande sucesso.
Foi criada uma conta na rede do futuro gerente da nova loja, onde, durante duas semanas, foi feito um showroom através de fotos, que eram liberadas para que os consumidores pudessem adicionar tags e ganhassem produtos da loja. Quem adicionasse primeiro uma tag ganhava o produto.
A ação gerou um fortíssimo viral criando posts que apareciam nos perfis dos consumidores e eram divulgados para seus amigos, atingindo centenas de pessoas com uma campanha de custo baixíssimo.
A Ikea, grande rede sueca de artigos para casa, fez uma ação para divulgar uma nova franquia na cidade de Malmo (Suécia) que foi um grande sucesso.
Foi criada uma conta na rede do futuro gerente da nova loja, onde, durante duas semanas, foi feito um showroom através de fotos, que eram liberadas para que os consumidores pudessem adicionar tags e ganhassem produtos da loja. Quem adicionasse primeiro uma tag ganhava o produto.
A ação gerou um fortíssimo viral criando posts que apareciam nos perfis dos consumidores e eram divulgados para seus amigos, atingindo centenas de pessoas com uma campanha de custo baixíssimo.
16 setembro 2010
Tornando-se fã de uma marca - Parte 2
A exemplo de minha experiência com os computadores, algo semelhante aconteceu com muitos outros produtos e serviços. Falarei a seguir um pouco sobre as desagradáveis experiências que tive com alguns bancos.
Nesta mesma época que comprei meu primeiro computador, também abri minha primeira conta. Devido à exigência de onde trabalhava, abri uma conta poupança no Bradesco e, logo que saí do emprego, fechei-a imediatamente e nunca mais quis saber deste banco, que aliás, na época, era o que tinha as maiores filas. O motivo, além das filas, foi porque certa noite, quando fui fazer uma retirada, o caixa eletrônico engoliu meu cartão e exibiu a mensagem de que ele estava danificado, retendo-o dentro da máquina. Achei aquilo um absurdo. E se eu estivesse numa roubada e precisasse desesperadamente de dinheiro para pegar uma condução? Sorte que estava perto de casa, mas ter de ir ao banco no outro dia, pegar uma fila gigantesca para solicitar outro cartão me deixou realmente estressado. E o pior: o cartão estava em perfeitas condições! Na época, os caixas, tanto do Bradesco quanto do Banco do Brasil, tinham um sistema que os cartões eram sugados pela máquina, lidos e depois expelidos. Toda bendita vez que precisava do caixa eletrônico, sentia calafrios com este sistema.
Logo que troquei de emprego, abri minha conta no Itaú. Era o único na época que não engolia os cartões, além do sistema ser muito mais simples de utilizar. E já eram, desde aquela época, equipados com monitores sensíveis a toque, coisa que até hoje muitos bancos não são.
Quando me mudei da capital paulista para a pernambucana, esbarrei numa deficiência do novo banco. Não havia como transferir a conta. Era preciso abrir uma nova e fechar a antiga. Para isso, claro, era preciso ir até São Paulo pra fazer. Resolvi deixar minha conta lá mesmo.
Devido a esta deficiência, quando me mudei novamente, desta vez para Belo Horizonte, resolvi abrir uma conta em outro banco para experimentar – Quase que o Itaú perde um cliente! – Uma amiga que trabalhava no Santander me ofereceu a conta e um cartão de crédito cheio de benefícios. Abri a conta e, na primeira vez que fui utilizar o caixa eletrônico, já fiquei com um pé atrás por causa dos botões que não eram na tela, como no Itaú, me lembrando muito o Bradesco. Enquanto fazia uma operação, como tenho o costume de conferir os dados para ver se digitei tudo certo, o sistema de repente voltou para a tela inicial, encerrando minha operação. Percebi que não conseguia deixar o sistema inativo pelo tempo que conferia os dados porque sempre ele encerrava. E quando fui cobrar meu cartão de crédito para a gerente, ela me disse que eu ainda não tinha sido aprovado. Respondi indignado: Vocês querem que eu largue minha conta no Itaú, onde tenho cheque especial, cartão de crédito, um sistema de caixa eletrônico e internet que considero muito mais amigável, para ficar com uma conta em um banco que não me oferece nada? Pode fechar. – Muito a contragosto, sob protestos e argumentos sobre os custos em abrir e fechar uma conta, ela encerrou minha conta e não me deu os benefícios – Problema de vocês! – Retruquei.
Recentemente, já morando no interior, precisei abrir uma conta empresa e, como o Itaú ainda não possuía agência na cidade, abri no Banco do Brasil. De princípio já achei seu sistema extremamente complexo. Como que uma pessoa comum consegue utilizar isso? Travei uma verdadeira luta com o banco e o gerente para conseguir utilizar o sistema de cobrança. Tive até de comprar um PC para poder utilizá-lo, já que não era compatível com o MacOS.
Certo dia precisei emitir uns boletos. Como o meu PC deu pau (só podia), fiquei a ver navios com o sistema de cobrança já que ele não pode ser acessado nem pela internet através de um Macintosh. Fui tentar no computador de meu pai. Logo de cara lembrei que precisava cadastrar o bendito no caixa eletrônico para ser utilizado, e lá vou eu. Novamente em frente ao computador, descobri que a carteira que eu possuía não era possível emitir títulos e imprimí-los eu mesmo. Fui novamente para a agência e solicitei uma carteira nova ao gerente. De novo em frente ao computador, inseri os dados do cliente e quando dei o OK, apareceu uma mensagem dizendo que este usuário (no caso eu) não tinha permissão para fazer este tipo de transação. Suei frio e desliguei o computador. Nisso já tinha se passado uns 4 dias desde que havia tentado pela primeira vez emitir os títulos. Lembrei de minha conta pessoal no Itaú e decidi tentar nela mesmo. Liguei meu computador, acessei minha conta e não devo ter gasto nem 5 minutos para emitir e imprimir 3 títulos.
Não estou aqui para defender A nem B, nem dizer o que é melhor ou pior, somente quais marcas se encaixam melhor no meu modo de ver as coisas. Sei que muitos podem odiar o Itaú, a Apple ou qualquer outra empresa que possui minha simpatia, devido, é claro, às suas próprias experiências. Minha intenção aqui é apenas narrar como elas me conquistaram, entre tantas outras. Bancos são um mal necessário, mas se preciso optar por um, será aquele que me traz mais tranquilidade e facilidade em utilizar seus serviços.
Nesta mesma época que comprei meu primeiro computador, também abri minha primeira conta. Devido à exigência de onde trabalhava, abri uma conta poupança no Bradesco e, logo que saí do emprego, fechei-a imediatamente e nunca mais quis saber deste banco, que aliás, na época, era o que tinha as maiores filas. O motivo, além das filas, foi porque certa noite, quando fui fazer uma retirada, o caixa eletrônico engoliu meu cartão e exibiu a mensagem de que ele estava danificado, retendo-o dentro da máquina. Achei aquilo um absurdo. E se eu estivesse numa roubada e precisasse desesperadamente de dinheiro para pegar uma condução? Sorte que estava perto de casa, mas ter de ir ao banco no outro dia, pegar uma fila gigantesca para solicitar outro cartão me deixou realmente estressado. E o pior: o cartão estava em perfeitas condições! Na época, os caixas, tanto do Bradesco quanto do Banco do Brasil, tinham um sistema que os cartões eram sugados pela máquina, lidos e depois expelidos. Toda bendita vez que precisava do caixa eletrônico, sentia calafrios com este sistema.
Logo que troquei de emprego, abri minha conta no Itaú. Era o único na época que não engolia os cartões, além do sistema ser muito mais simples de utilizar. E já eram, desde aquela época, equipados com monitores sensíveis a toque, coisa que até hoje muitos bancos não são.
Quando me mudei da capital paulista para a pernambucana, esbarrei numa deficiência do novo banco. Não havia como transferir a conta. Era preciso abrir uma nova e fechar a antiga. Para isso, claro, era preciso ir até São Paulo pra fazer. Resolvi deixar minha conta lá mesmo.
Devido a esta deficiência, quando me mudei novamente, desta vez para Belo Horizonte, resolvi abrir uma conta em outro banco para experimentar – Quase que o Itaú perde um cliente! – Uma amiga que trabalhava no Santander me ofereceu a conta e um cartão de crédito cheio de benefícios. Abri a conta e, na primeira vez que fui utilizar o caixa eletrônico, já fiquei com um pé atrás por causa dos botões que não eram na tela, como no Itaú, me lembrando muito o Bradesco. Enquanto fazia uma operação, como tenho o costume de conferir os dados para ver se digitei tudo certo, o sistema de repente voltou para a tela inicial, encerrando minha operação. Percebi que não conseguia deixar o sistema inativo pelo tempo que conferia os dados porque sempre ele encerrava. E quando fui cobrar meu cartão de crédito para a gerente, ela me disse que eu ainda não tinha sido aprovado. Respondi indignado: Vocês querem que eu largue minha conta no Itaú, onde tenho cheque especial, cartão de crédito, um sistema de caixa eletrônico e internet que considero muito mais amigável, para ficar com uma conta em um banco que não me oferece nada? Pode fechar. – Muito a contragosto, sob protestos e argumentos sobre os custos em abrir e fechar uma conta, ela encerrou minha conta e não me deu os benefícios – Problema de vocês! – Retruquei.
Recentemente, já morando no interior, precisei abrir uma conta empresa e, como o Itaú ainda não possuía agência na cidade, abri no Banco do Brasil. De princípio já achei seu sistema extremamente complexo. Como que uma pessoa comum consegue utilizar isso? Travei uma verdadeira luta com o banco e o gerente para conseguir utilizar o sistema de cobrança. Tive até de comprar um PC para poder utilizá-lo, já que não era compatível com o MacOS.
Certo dia precisei emitir uns boletos. Como o meu PC deu pau (só podia), fiquei a ver navios com o sistema de cobrança já que ele não pode ser acessado nem pela internet através de um Macintosh. Fui tentar no computador de meu pai. Logo de cara lembrei que precisava cadastrar o bendito no caixa eletrônico para ser utilizado, e lá vou eu. Novamente em frente ao computador, descobri que a carteira que eu possuía não era possível emitir títulos e imprimí-los eu mesmo. Fui novamente para a agência e solicitei uma carteira nova ao gerente. De novo em frente ao computador, inseri os dados do cliente e quando dei o OK, apareceu uma mensagem dizendo que este usuário (no caso eu) não tinha permissão para fazer este tipo de transação. Suei frio e desliguei o computador. Nisso já tinha se passado uns 4 dias desde que havia tentado pela primeira vez emitir os títulos. Lembrei de minha conta pessoal no Itaú e decidi tentar nela mesmo. Liguei meu computador, acessei minha conta e não devo ter gasto nem 5 minutos para emitir e imprimir 3 títulos.
Não estou aqui para defender A nem B, nem dizer o que é melhor ou pior, somente quais marcas se encaixam melhor no meu modo de ver as coisas. Sei que muitos podem odiar o Itaú, a Apple ou qualquer outra empresa que possui minha simpatia, devido, é claro, às suas próprias experiências. Minha intenção aqui é apenas narrar como elas me conquistaram, entre tantas outras. Bancos são um mal necessário, mas se preciso optar por um, será aquele que me traz mais tranquilidade e facilidade em utilizar seus serviços.
14 setembro 2010
Tornando-se fã de uma marca - Parte 1
Por quê escolhemos uma marca? Esta pergunta pode ser respondida de várias maneiras, dependendo do produto ou serviço, da forma como convivemos com ele, do tipo da compra e etc. Agora, por quê nos tornamos fãs de uma marca? Eu responderia da seguinte maneira: porque compartilhamos dos mesmos valores e percepção de mundo que a empresa.
Meu primeiro computador foi um PC Frankenstein, daqueles montados no fundo de quintal e softwares piratas. Comprei pela necessidade e, claro, pelo preço. Este computador me trouxe tantos problemas que quase o atirei pela janela do 13º andar do prédio que morava. Além dos constantes paus, nunca consegui me entender muito bem com o tal do Windows. O achava complicado e burocrático, o que ia contra minha visão de mundo de como um software devia ser. Desde o início, peguei uma bronca gigantesca da Microsoft e nunca consegui gostar de qualquer produto desenvolvido por ela.
Influenciado pelo curso de publicidade, optei por me livrar do frank e adquiri meu primeiro Macintosh. Além da impressionante estabilidade do hardware, o que mais me atraiu na marca era seu software, muito mais intuitivo para meus padrões. O resultado é acabei me tornando um daqueles Apple fãs chatos. Achava que as pessoas usavam Windows muito mais pela conformidade do que pela real admiração pela empresa, o que não deixava de ser um pouco de verdade.
Quando comprei meu primeiro Apple me chamaram de louco – É uma empresa que está à beira da falência e você não vai encontrar programas pra instalar! – Realmente, a Apple estava à beira da falência na época, mas nunca acreditei que ela fosse realmente fechar as portas. Além de muito difundida no mercado de produção gráfica, design, publicidade, vídeo e som, seus usuários low end eram fãs ardorosos da marca. Respondia: A Apple é como a Land Rover e a Harley Davidson, mesmo não sendo líderes de mercado, possui uma legião de fãs que sempre vão comprar seus produtos.
O tempo passou, a empresa saiu da crise e é hoje uma das mais inovadoras do setor de tecnologia, atraindo ainda mais fãs que fazem filas gigantescas para comprar seus produtos. Apesar disso, hoje enxergo as coisas de maneira mais sensata e, mesmo a Apple não compartilhando de todos meus valores (incluo aí as questões de sustentabilidade e consumo), ainda admiro a marca por continuar com a mesma percepção de mundo que a minha, no que se refere à funcionalidade de seus produtos.
Podemos comprar produtos às vezes por necessidade, optar por algo mais barato por economia, mas uma marca só atrai fãs comprometendo-se com a qualidade, funcionalidade e compartilhando percepções de mundo semelhantes a de seus clientes. Nos dias de hoje ainda valem as questões ambientais e o comprometimento social, coisa que a Apple ainda precisa de uns passos um pouco mais largos.
Meu primeiro computador foi um PC Frankenstein, daqueles montados no fundo de quintal e softwares piratas. Comprei pela necessidade e, claro, pelo preço. Este computador me trouxe tantos problemas que quase o atirei pela janela do 13º andar do prédio que morava. Além dos constantes paus, nunca consegui me entender muito bem com o tal do Windows. O achava complicado e burocrático, o que ia contra minha visão de mundo de como um software devia ser. Desde o início, peguei uma bronca gigantesca da Microsoft e nunca consegui gostar de qualquer produto desenvolvido por ela.
Influenciado pelo curso de publicidade, optei por me livrar do frank e adquiri meu primeiro Macintosh. Além da impressionante estabilidade do hardware, o que mais me atraiu na marca era seu software, muito mais intuitivo para meus padrões. O resultado é acabei me tornando um daqueles Apple fãs chatos. Achava que as pessoas usavam Windows muito mais pela conformidade do que pela real admiração pela empresa, o que não deixava de ser um pouco de verdade.
Quando comprei meu primeiro Apple me chamaram de louco – É uma empresa que está à beira da falência e você não vai encontrar programas pra instalar! – Realmente, a Apple estava à beira da falência na época, mas nunca acreditei que ela fosse realmente fechar as portas. Além de muito difundida no mercado de produção gráfica, design, publicidade, vídeo e som, seus usuários low end eram fãs ardorosos da marca. Respondia: A Apple é como a Land Rover e a Harley Davidson, mesmo não sendo líderes de mercado, possui uma legião de fãs que sempre vão comprar seus produtos.
O tempo passou, a empresa saiu da crise e é hoje uma das mais inovadoras do setor de tecnologia, atraindo ainda mais fãs que fazem filas gigantescas para comprar seus produtos. Apesar disso, hoje enxergo as coisas de maneira mais sensata e, mesmo a Apple não compartilhando de todos meus valores (incluo aí as questões de sustentabilidade e consumo), ainda admiro a marca por continuar com a mesma percepção de mundo que a minha, no que se refere à funcionalidade de seus produtos.
Podemos comprar produtos às vezes por necessidade, optar por algo mais barato por economia, mas uma marca só atrai fãs comprometendo-se com a qualidade, funcionalidade e compartilhando percepções de mundo semelhantes a de seus clientes. Nos dias de hoje ainda valem as questões ambientais e o comprometimento social, coisa que a Apple ainda precisa de uns passos um pouco mais largos.
Sym-Bionic Titan
Novo desenho de Genndy Tartakovsky (Samurai Jack, O Laboratório de Dexter) tem trailer e estréia no Cartoon Network dos EUA nesta sexta-feira.
A série acompanha três adolescente alienígenas que caem na Terra quando fugiam do General Modula, que dominou seu planeta, Galaluna. São eles Ilana, a princesa do planeta, Lance, um soldado rebelde mas capaz, e Octus, um robô biocibernético. Na Terra, eles são forçados a se misturar à população de Sherman, no Illinois, e posar de estudantes de colegial, enquanto o general segue tentando atingir a princesa Ilana com seu exército galáctico. Sym-Bionic Titan é o nome do megarobô que o trio forma para se defender dos ataques.
A série acompanha três adolescente alienígenas que caem na Terra quando fugiam do General Modula, que dominou seu planeta, Galaluna. São eles Ilana, a princesa do planeta, Lance, um soldado rebelde mas capaz, e Octus, um robô biocibernético. Na Terra, eles são forçados a se misturar à população de Sherman, no Illinois, e posar de estudantes de colegial, enquanto o general segue tentando atingir a princesa Ilana com seu exército galáctico. Sym-Bionic Titan é o nome do megarobô que o trio forma para se defender dos ataques.
11 setembro 2010
Ilustrações vetoriais
Criei estes personagens surreiais para um cliente de BH, seguindo suas próprias idéias, mas não sei o que foi feito dos mesmos. Se chamavam Turma do Batata Quente.
07 setembro 2010
The Final Frontier - Iron Maiden
Iron Maiden foi uma das bandas que mais ouvi no início de minha vida de roqueiro. Foi, inclusive, o primeiro grande show que assisti, da turnê de Fear of the Dark, nos idos de 1992 no Parque Antarctica.
De lá para cá muita coisa rolou. Para ser bem sincero, o último disco que ouvi do Iron foi X Factor, logo que Bruce Dickinson saiu da banda. Não curti muito o disco, talvez pela falta de carisma do substituto Blaze Bayley. Acabei aos poucos me desinteressando pela banda e, mesmo com as voltas de Bruce e Adrian Smith, só ficava mesmo no terreno seguro dos velhos clássicos.
O que me motivou a ouvir The Final Frontier foram algumas boas críticas que li, que me deixaram um tanto curioso. Depois da volta triunfante do Metallica, nada melhor do que ouvir outro bom disco de outra grande banda das antigas.
O som está um tanto mais progressivo e com uma sonoridade um pouco diferente, mas a base continua o bom e velho Iron Maiden. A primeira música, "Satellite 15... The Final Frontier" leva uns 2 minutos e meio de viagens sonoras até ouvirmos a inconfundível voz de Bruce - Iron Maiden puro! Está tudo ali: o refrão grudento, os solos de guitarra e o baixo de Steve Harris. Sem parar para respirar, surge a famosa "cavalgada" de guitarra. Opa! Já é a segunda, El Dorado. Para mim a música mais empolgante do disco, fazendo jus aos velhos tempos da banda. Bruce não dispensa nem mesmo seus "hahaha's". Não foi à toa que foi escolhida como primeiro single do disco.
Mother of Mercy também lembra alguns antigos clássicos, começa devagar com uma melodia de guitarra, logo acompanhada pelos vocais e aos poucos vai crescendo. Um pouco mais lenta, Coming Home é uma quase balada, melodiosa como só Iron Maiden sabe ser.
The Alchemist acelera trazendo de volta a velha sonoridade da banda, voltando a um ritmo mais lento no início de Isle of Avalon. Introduções lentas são uma característica deste álbum. Mas logo a faixa ganha novamente a força habitual, só voltando a desacelerar em Starblind, que mantém um andamento mais lento.
The Talisman também começa lenta, com um dedilhado instigante, um tanto distante da sonoridade da banda, mas logo volta ao som e peso tradicional.
The Man Who Would Be King começa novamente lenta e aos poucos vai acelerando, com muitas trocas de andamentos e riffs alternados, soando bastante progressiva.
O progressivismo da banda aparece com mais intensidade ainda em When the Wild Wind Blows. Do belo tema inicial surge o inconfundível vocal e aos poucos vai crescendo, mostrando várias alternancias durante seus 11 minutos de duração, fechando o disco com chave de ouro.
The Final Frontier é, em suma, um ótimo disco do Iron Maiden, não distoando em nada dentro da já sua consagrada discografia. Ao invés de ficar apenas reutilizando sua velha fórmula à risca, a banda mostra que envelheceu muito bem, trazendo novas sonoridades sem alterar e se distanciar de seu velho estilo. O bom Deus do metal agradece.
02 setembro 2010
Homenagem de Superman/Batman a Calvin & Haroldo
Bill Waterson é meu maior ídolo nos quadrinhos, e adorei a homenagem que recebeu de Brian Azzarello e Lee Bermejo na revista comemorativa Superman/Batman #75. Na história, Lex Luthor e Coringa conversam na clássica cena a la Calvin e Haroldo debaixo da árvore, com os vilões fazendo as vezes dos dois personagens.
31 agosto 2010
Possessão
Desenhada para a extinta revista Mosh!, esta é a segunda (e última) história publicada pela revista, e foi a primeira vez que mostrei a banda formada pelos três malucos.
30 agosto 2010
A Lenda dos Guardiões
A Lenda dos Guardiões (Legend Of The Guardians) é dirigida por Zack Snyder (300, Watchmen) com base nos livros infantis de Kathryn Lasky e conta a história das corujas da Floresta de Tyto, que tem seu reino pacífico ameaçado por um terrível mal. A animação foi feita pela Animal Logic, mesma de Happy Feet. Promete!
27 agosto 2010
Essa tal Geração Y
Tomei contato há pouco tempo com este conceito de Geração Y em meu curso de MBA. Conhecia, claro, a Geração X, afinal faço parte dela, e levava este nome por ser ser uma icógnita. Não se sabia ao certo que "bicho ia dar" desta geração. O tempo passou, a Geração X passou e surgiu o conceito da Y.
Geração Y seria toda a geração nascida dos anos 80 para cá e são os frutos naturais da geração anterior. Esta nova geração tem como principal característica o contato precoce com aparelhos eletrônicos, videogames e, principalmente, computadores e internet, e tudo o que isto pôde acarretar em termos de desenvolvimento, educação, percepção e comportamento. Ela já foi bastante demonstrada em campanhas publicitárias, sempre representada por aquele fedelho que consegue desvendar facilmente as modernidades frente às dificuldades dos pais (Geração X).
Mas o que me motivou a escrever sobre esta geração foram dois motivos. O primeiro foi quando vi no Fantástico, na semana passada, uma adolescente que se propôs a ficar um dia desconectada, sem internet, celular ou qualquer outra "conexão online" com o mundo. O que me espantou no caso foi o momento que ela precisou enviar uma mensagem "offline" para uma amiga, ou seja, via correio. Ela não sabia que uma carta devia ser enviada dentro de um envelope e tão pouco o que era CEP.
Outro caso foi relatado por um amigo, que conversava com sua esposa no carro sobre precisar passar no alfaite, sob o olhar perplexo de sua filha no banco de trás – Do que vocês tão falando? O que é alfaiate? – disparou ela. Meu amigo, mais perplexo ainda – Filha, você é uma estudante de publicidade, forma no ano que vem, e não sabe o que é um alfaiate?!
Sem entrar no mérito que talvez alfaiate seja uma profissão em extinção (não acredito muito nisso), é impressionante que alguém de vinte anos e esclarecida não saiba o que seja isso. Mas o caso do CEP me deixou ainda mais atônito, afinal, mesmo que não seja mais tão comum enviar cartas e muito menos telegramas, o sistema de postagem ainda é muito difundido para envio de documentos e mercadorias.
Parece que quanto mais conectada esta geração está com os eletrônicos e com a internet, mais desconectada do mundo ela fica. Quanto mais fácil é a informação, menos as pessoas a buscam. Esta nova geração tem como característica marcante a não especialização da informação: sabem de tudo um pouco e muito pouco sobre alguma coisa em particular. Nunca vão a fundo em algum assunto (a não ser, claro, em algum curso específico). Não tem paciência para ler e se concentrar em algo extenso, mesmo que seja um filme.
Mas a Geração Y está aí e é o público consumidor dos dias hoje. Devemos ficar atentos a eles. Já a chamei antes de Geração Videoclip, meio que inconscientemente já conhecendo conceito, e para falar a verdade tenho um pezinho nela, já que também tive este acesso aos eletrônicos e à informação desde cedo e porque, afinal, não sou tão velho assim.
Ao observar minha sobrinha de um aninho brincando com a iPad de meu irmão, fiquei preocupado mesmo é com esta novíssima geração que vem surgindo (chamada por alguns de Geração Z). Do celular de minha cunhada, com aquele teclado físico, ela não quer nem saber. Esta novíssima geração sim é a verdadeira X, pois nem imagino que bicho vai sair disso aí.
25 agosto 2010
Walking The Dead Trailer
Uma série de TV sobre zumbis, por quê não pensaram nisso antes? Walking The Dead conta a história de um grupo de sobreviventes de um holocausto zumbi, liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln) em busca de um lugar seguro, e é baseada na série de quadrinhos criada por Robert Kirkman. Inicialmente, a série da rede AMC contará com 6 episódios de uma hora cada e, dependendo do sucesso, poderá ganhar novos episódios. A estréia é dia 31 de outubro, nos EUA, na noite de Halloween. A série em quadrinhos é publicada no Brasil pela HQManiacs.
Depois de ser exibido na Comic-Con, o trailer de 4 minutos caiu na rede em formato bootleg e só agora chega com qualidade.
Depois de ser exibido na Comic-Con, o trailer de 4 minutos caiu na rede em formato bootleg e só agora chega com qualidade.
24 agosto 2010
Rock In Rio 2011
Imagens digitais de como ficará a nova Cidade do Rock (cada vez mais pop). No projeto parece muito bacana.
23 agosto 2010
Ilustrações vetoriais
Criei e ilustrei estes mascotes para alguns clientes em Belo Horizonte, dentre eles um serviço de entrega de água, três mascotes que acabaram não sendo utilizados, referentes aos sabores laranja, limão e uva, para uma marca de sucos, e um para a o regional da Telemar, para ações locais de ponto de venda.
22 agosto 2010
Rango
Animação do camaleão com voz de Jonny Depp tem trailer bem legal. Gostei bastante da idéia e dos personagens. A animação ambientada no velho oeste é produzida da Industrial Light & Magic e tem direção de Gore Verbinski (Piratas do Caribe).
1967, o ano da psicodelia!
Não sei se foi algum evento cósmico ocorrido nos anos 60 que reverberou seus efeitos concentrados num único ano, mas o que o mundo ouviu em 1967 ecoa suas ondas sonoras até hoje.
Este ano foi muito importante para o rock psicodélico e para a história do rock’n’roll como um todo. Nunca houve tantos lançamentos importantes num mesmo ano, alguns deles estréias de artistas do mais alto calibre do gênero.
Para se ter uma idéia, foram lançados “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” e “Magical Mystery Tour”, ambos dos Beatles; “The Who Sell Out”, do The Who; “The Piper At The Gates Of Dawn”, do Pink Floyd; “Itchycoo Park”, do Small Faces; “Winds Of Change”, de Eric Burdon & The Animals; “Surrealistic Pillow” e “After Bathing At Baxter’s”, ambos de Jefferson Airplane; “Forever Changes”, do Love; “Disraeli Gears”, do Cream; "Something Else By The Kinks", do The Kinks, "Younger Than Yesterday", do The Byrds e “Their Satanic Majesties Request”, dos Rolling Stones. Foi ainda o ano de estréia de Jimi Hendrix, que lançou “Are You Experienced?” e “Axis: Bold As Love”; The Doors com “The Doors” e “Strange Days”; The Velvet Underground com “The Velvet Underground And Nico”, todos em 1967!
O verão de 1967 ficou ainda conhecido como “The Summer Of Love” nos Estados Unidos, onde São Francisco foi o epicentro da revolução hippie dos anos 60. Foi realizado ainda neste ano o Festival de Monterey, na California, onde Jimi Hendrix e Janis Joplin se apresentaram pela primeira vez em um festival de grande porte.
Numa época como hoje, tão pobre para a música e para o rock’n’roll em especial, nada melhor do que resgatar este ano tão especial. Ouça sem moderação.
Este ano foi muito importante para o rock psicodélico e para a história do rock’n’roll como um todo. Nunca houve tantos lançamentos importantes num mesmo ano, alguns deles estréias de artistas do mais alto calibre do gênero.
Para se ter uma idéia, foram lançados “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” e “Magical Mystery Tour”, ambos dos Beatles; “The Who Sell Out”, do The Who; “The Piper At The Gates Of Dawn”, do Pink Floyd; “Itchycoo Park”, do Small Faces; “Winds Of Change”, de Eric Burdon & The Animals; “Surrealistic Pillow” e “After Bathing At Baxter’s”, ambos de Jefferson Airplane; “Forever Changes”, do Love; “Disraeli Gears”, do Cream; "Something Else By The Kinks", do The Kinks, "Younger Than Yesterday", do The Byrds e “Their Satanic Majesties Request”, dos Rolling Stones. Foi ainda o ano de estréia de Jimi Hendrix, que lançou “Are You Experienced?” e “Axis: Bold As Love”; The Doors com “The Doors” e “Strange Days”; The Velvet Underground com “The Velvet Underground And Nico”, todos em 1967!
O verão de 1967 ficou ainda conhecido como “The Summer Of Love” nos Estados Unidos, onde São Francisco foi o epicentro da revolução hippie dos anos 60. Foi realizado ainda neste ano o Festival de Monterey, na California, onde Jimi Hendrix e Janis Joplin se apresentaram pela primeira vez em um festival de grande porte.
Numa época como hoje, tão pobre para a música e para o rock’n’roll em especial, nada melhor do que resgatar este ano tão especial. Ouça sem moderação.
Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band - The Beatles
Disraeli Gears - The Cream
The Doors - The Doors
Are You Experienced? - Jimi Hendrix
Something Else By The Kinks - The Kinks
Surrealistic Pilow - Jefferson Airplane
Piper At The Gates Of Dawn - Pink Floyd
The Who Sell Out - The Who
The Velvet Underground And Nico - The Velvet Underground
20 agosto 2010
Ilustrações vetoriais
Ilustração vetorial é um tipo de ilustração digital que utiliza curvas vetoriais baseadas em equações matemáticas. Sou um grande apaixonado por ilustrações vetoriais e na ocasião que estava fazendo meu primeiro site para Os Tranquêra, fiz uma série de ícones de meus personagens que ficaram bem legais. Apesar de rascunhados à mão, dei a eles um acabamento totamente vetorial no Adobe Ilustrator, dando origem a um estilo de ilustração que utilizei em vários trabalhos posteriores.
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